Cosmetologia em SPA's (Diferentes tipos de ativos)

Vamos conhecer um pouco mais sobre as diferentes formas de extração dos ativos e como podem ser manipulados:


Soluções aquosas ou hidrolatos Resultam da dissolução de água e parte da substância (ativo). Esse processo pode ser por: – Maceração: ao se mergulhar o vegetal ressecado em água na temperatura ambiente por duas a três horas. A solução obtida chama-se macerado; – Infusão: consiste em verter sobre a matéria-prima que se quer trabalhar, utilizando água fervente, mantendo o recipiente fechado durante algum tempo, para em seguida filtrar a infusão; – Decocção: extração dos princípios ativos pelo contato, mais ou menos por uma hora com água fervente, obtendo-se o decocto. É um ­processo para extrair ativos que não são miscíveis em água fria, tendo-se muito cuidado com o risco da fervura alterar a ação dos ativos nela contidos; – Destilação: quando a extração dos ativos for por hidrolatos. Como, por exemplo: água de hamamélis, água de flores, água de rosas, água de tília, são chamados também de loções, para serem adicionados a géis e cremes.



Soluções alcoólicas Geralmente para uso na pele, onde pode ser adicionada uma substância oleosa ou glicerina. Pode ser também acrescentada água. Muitas tinturas são soluções hidroalcoólicas. Por exemplo: tintura de camomila, eucalipto, hamamélis e jaborandi.

Nos SPAs tem-se as imagens de corpos e faces com máscaras ­oclusivas, cromoterápicas, com modelos, relaxando, passando sensação de prazer e bem-estar. Estas terapias provêm da manipulações de pós, em emoliência com algum elemento solúvel. Os pós utilizados na cosmetologia têm diferentes medidas de partículas, por isso, muitas vezes, são passados por um processo de tamises, que são peneiras de fio de seda, de diferentes micras, que é uma unidade de medida. Os pós mais utilizados na cosmetologia são: calamina, carbonato de cálcio, carbonato de magnésio e zinco, caulino, dióxido de titânio, óxido de zinco, sílica pulverizada, talco, terra sílica e argila (esta última voltaremos a falar adiante, neste capítulo).


Os óleos em cosméticos podem ser de origem animal, vegetal e mine­ral. Alguns exemplos de óleos com procedência animal são: a lanolina, esqualeno, vison, entre outros, que, além de muitas vezes desencadearem alergias tópicas, hoje alguns deles são bastante combatidos e até proibidos, por entidades protetoras de animais, de terem sua extração realizada. Os óleos vegetais são os mais utilizados em cosmetologia nos SPAs, sendo inclusive símbolo de qualidade e sofisticação. São bem vistas massa­gens com óleos essenciais tibetanos, utilizadas com técnicas de terapia com pedras quentes aumentando a permeabilidade e proporcionando maior deslizamento sobre a pele, onde os óleos essenciais, como o de abacate, amêndoas doces, linhaça, oliva, prímula, macadâmia, ou, então, produtos que têm em sua base cosmetológica óleos essenciais extraídos da semente da uva, ricos em polifenóis etc., são os ativos oleosos mais adotados.

Receber uma massagem com esses óleos essenciais de forma terapêuti­ca nos proporciona relaxamento, prazer e muita paz interior. Através de toques e amassamentos suaves, vamos relaxando, acalmando-nos, soltando-nos e entregando-nos aos aromas que exalam dos óleos utilizados. Com os sentidos estimulados, entramos em estado de êxtase, pelos benefícios que os aromas produzem em todos os nossos corpos, físico, mental e ­espiritual.


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