A profissão de cromoterapeuta - Parte I

Desconheço um profissional de Cromoterapia que atue apenas com essa terapia, usando somente luzes e cores. Acredito que a profissão de cromoterapeuta deve levar em consideração as outras práticas complementares e, de forma integrativa, ir agregando outros procedimentos, durante sua aplicação fotocromática com objetivos terapêuticos.

Numa entrevista inicial com o paciente, são considerados os motivos que levam a pessoa a procurar a Cromoterapia (por exemplo, uma doença ou um conflito psicoemocional). Penso que, na maioria das vezes, as pessoas, ao procurarem uma terapia, não sabem o que realmente precisam e o que será melhor para elas, até que o profissional lhes informe, e essa informação, eu oriento, deve ser uma aula resumida, um minicurso. A pessoa precisa entender o que será feito e a seriedade do procedimento, caso contrário, corre-se o risco de levá-la a duvidar da terapia, a achar que são apenas aplicações de luzinhas coloridas e a concluir que, se é assim, ela mesma pode fazer isso em casa. Por isso, a necessidade de uma anamnese bem detalhada, para se ter o máximo de elementos, chegar a um bom diagnóstico, e somente então decidir quais cores e de que forma ou em que ordem o trabalho será feito, sempre tendo o cuidado de informar o máximo possível sobre o que se está fazendo. Entre tantos benefícios dessa atitude, posso citar também o ancoramento de crenças e a fé no que está sendo realizado, pois, como sempre digo, 50% do bom resultado de um tratamento advêm das mãos e das vibrações do terapeuta e os outros 50%, da fé e da entrega do paciente.


Entre outros procedimentos, sugere-se realizar uma análise vibracional da pessoa, para saber como está sua Energia Vital, sua saúde física e mental. Deve-se sempre perguntar se o paciente já tem um acompanhamento ou diagnóstico médico que possa auxiliar na identificação dos distúrbios físicos ou mentais dos quais se queixa. Também sugiro observar atentamente os sinais externos, em busca de manifestações de possíveis desequilíbrios psicoemocionais com os quais a pessoa pode estar lidando. Somente depois de todos esses procedimentos, de posse de todos esses dados, o cromoterapeuta estará apto a elaborar um plano de tratamento, com o uso das luzes e cores, integrando-as com outras terapias de sua escolha.


Dentro da metodologia cromoterápica, é possível trabalhar com a mentalização de cores, que é um dos métodos mais eficazes, quando o profissional tem domínio e poder de visualização com impulso vibracional mente/coração, na aplicação pontual ou em varredura da projeção de cores e luzes. Lembrando que nem todos os profissionais conseguem mentalizar e projetar as cores de forma que realmente penetrem e atuem nos locais que se objetiva trabalhar. Mas um profissional experiente, e com bom desenvolvimento de suas capacidades sutis de domínio da projeção mental de luz e cor, já deve transitar com tranquilidade e sabedoria no mundo das terapias integrativas.


É possível também, num segundo momento, conduzir o paciente a intensificar a radiação que está sendo projetada, levando-o a visualizar as mesmas cores que estão sendo focadas sobre seu corpo ou sobre partes dele. Mas, às vezes, durante a sessão de aplicação cromoterápica, a pessoa que está recebendo também percebe, sente ou visualiza cores, e nesse caso não deve ser conduzida; recomenda-se deixá-la fluir livremente, pois inconscientemente, sem o uso do mental ativo, a pessoa vai captando as luzes e cores que são trabalhadas em seu corpo.


*trecho retirado do livro CROMOFLUIDOTERAPIA - TOQUES QUÂNTICOS ATRAVÉS DAS LUZES E CORES, de Lígia Posser.


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