A profissão de cromoterapeuta - Parte III


Na área da Psicoterapia por meio de cores, na entrevista inicial, o terapeuta pode usar cartelas cromáticas para uma avaliação prévia de preferências e ojerizas do paciente, despertando sensibilidades, sentimentos e emoções a partir da visualização das cores. Durante esse processo, pode fazer perguntas pontuais, como: Das cores que aparecem nestas cartelas, qual delas lembra a tua infância? Que cor remete à tua mãe? Que cor lhe desperta sensações de alegria? Para qual cor darias o nome de medo? De que cor não gostas?, e assim por diante. O psicoterapeuta também deve estar aberto e sensível às nuances e mudanças que a pessoa vai manifestando durante a entrevista, e a partir daí elaborar as perguntas. É uma conexão telepática que se instala entre o cromoterapeuta e o paciente, em que o direcionamento da sessão vai se desenrolando a partir de uma condução sensível e efetiva, captando o que realmente deve ser comentado, questionado e trabalhado.


Muitos pensam que a profissão de cromoterapeuta é algo muito fácil de ser estudado e simples de ser aplicado, mas, na verdade, não é bem assim. São muitas as informações que devem ser estudadas, praticadas e assimiladas, antes de se iniciar um trabalho de aplicação de luzes e cores em uma cabine terapêutica. Além de um amplo domínio das áreas da Anatomia, Fisiologia, Psicologia, Biologia, Física tradicional e agora Física Quântica, é preciso realizar um estudo aprofundado das três ciências que estudam as cores e como elas se comportam conforme o enfoque dado às diversas atuações da energia luminosa, que recebem as seguintes denominações: Cromoterapia, Cromosofia e Cromologia. Vamos, agora, a uma rápida explicação de cada uma, lembrando que, na verdade, poderiam isoladamente ser tema de um vasto e detalhado livro.


Cromoterapia: É a ciência que utiliza as cores do espectro solar, e de forma terapêutica restaura o equilíbrio físico-bio-psico-energético em áreas do corpo atingidas por alguma disfunção. Hoje a Cromoterapia já coloca também como foco de trabalho a busca de equilíbrio das áreas psicoespirituais, uma vez que o mundo espiritual já não pode ser negado nem separado, pois faz parte e, muitas das vezes, é o ponto principal a desencadear disfunções no corpo físico.


Nos estudos e aplicações da Cromoterapia, tem-se um caminho de conexões de cor, vibração e forma de atuar nos campos físico, mental e espiritual, como por exemplo:

  • O vermelho, entre outras coisas, atua como ativador da corrente sanguínea tem uma frequência vibracional baixa em ondas longas, estimulando o chakra básico e explênico.

  • O laranja tem uma ação revitalizadora dos ossos e músculos, estimula e potencializa a energia do entusiasmo e da alegria. Muito adotado no trabalho com crianças autistas e em locais que necessitam de um aporte energético extra no ambiente.

  • O amarelo é muito usado até em Argiloterapia nas aplicações sobre a pele, pois tem uma ação regeneradora e rejuvenescedora muito intensa, além de trabalhar ossos e músculos.

  • O verde, entre muitas benesses intrínsecas de sua frequência vibracional, atua como antisséptico e estruturador do equilíbrio biofísico dos ambientes. Possui ação regenerativa e secativa sobre feridas e inflamações.

  • O azul tem uma ação tranquilizante, analgésica, calmante e regeneradora de disfunções psicológicas, como medo, insônia e hiperatividade. É adotado em muitas terapias em que se quer induzir um relaxamento mais profundo, pois facilita a mente a entrar no estágio Alfa. Muito utilizado recentemente pelos psicoterapeutas hipnólogos.

  • O anil ou índigo é uma cor muito importante para o desenvolvimento da fala e da comunicação, tanto em voz alta quanto em meditação e diálogo silencioso. Pode ser usado de forma pontual para estancar fisicamente uma hemorragia por sua ação frequencial cromoterápica coagulante.

  • A cor violeta, lilás, pela sua amplitude de onda curta em alta frequência, atua na área física do corpo como um poderoso bactericida e anti-infeccioso, sendo indicado pelos médicos cromoterapeutas como um coadjuvante do antibiótico. Na Psicologia e na busca de evolução espiritual, é a cor que, através de suas vibrações, eleva às esferas sutis, por isso é muito utilizada para meditação, em locais de oração, altares e outros lugares de conexão com o Supremo.

*trecho retirado do livro CROMOFLUIDOTERAPIA - TOQUES QUÂNTICOS ATRAVÉS DAS LUZES E CORES, de Lígia Posser.


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